Às vezes, é bom parar, outras vezes não…

Há muito tempo que aqui não escrevo e isso deve-se, quase todos os dias, a um bom motivo, a este novo projecto que ocupa grande parte das minhas horas e a maioria dos  meus pensamentos.

Tem corrido bem esta aventura, há momentos em que sinto que está mesmo a correr muito bem, mas é preciso manter os pés no chão (se bem que “ser realista é o caminho mais comum para a mediocridade” –  Will Smith – e esta?). É preciso analisar se estou a evoluir, como estou a evoluir, que passos dar a seguir.

Estou num momento de paragem, não por vontade própria, mas porque há épocas mais altas do que outras. Confesso que precisava de um bocadinho de descanso (tive uns dias, mas não descansei – assunto para outro post, palavras que ainda não escrevi nem sei se quero escrever), porém parar neste momento fez-me mal. Deu-me tempo para sentir medo, deu-me tempo para não poder dizer automaticamente que não a uma situação desconfortável, deu-me tempo para sentir ansiedade de novo. Agora, é preciso respirar fundo, é preciso sacudir os receios (“não fujas das coisas”, disse-me ele, e ele tem tantas vezes razão). É preciso acordar cedo amanhã, ir correr para abrir o peito, tomar uma decisão e avançar com ela. Depois, é preciso voltar ao trabalho.

 

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